Vou-te mostrar uma amizade sem igual, vou-te guiar numa amizade especial, vou-te dizer o quanto tu és essencial, vou-te segredar o melhor e o pior de mim, vou-te tocar lá no fundo fazendo-te entender que me és importante para todo o sempre e que se pode fazer do nada um tudo.
Quero que me acompanhes nesta viagem especial, quero que me ouças quando eu te disser que tu és essencial na minha vida, quero que sintas com ternura tudo o que te disser no fundo quero que tornes comigo um caderno vazio num caderno com os melhores momentos das nossas vidas. Acompanha-me neste caderno que logo a seguir eu acompanho-te no teu livro e no fim verás que a minha ajuda valeu a pena, que com a minha ajuda o preenchimento do teu livro, que logo a seguir passa a ser nosso, foi muito mais fácil.
Entende que comigo tudo se pode tornar mais fácil, entende que só te quero a ti e que preciso de ti mais do que nunca, pois tu és o meu melhor e sem ti não sou nem mais nem menos, sou igual a todas as outras pessoas, tu fazes a diferença em mim, fazes com que me torne especial.
Ajuda-me a refazer e a modificar todo este texto sem qualquer dificuldade, quem me dera que conseguisse modificar o pensamento que tens de mim, de que sou uma “pita”, ou seja, como eu entendi, de que sou infantil demais.
TALVEZ CONHEÇAS A VERSÃO CONTRÁRIA DE QUEM É A ADRIANA.
Adriana
quinta-feira, 28 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Uma palavra mal dada, dói mais que uma bofetada
Um empurrão, uma bofetada, um murro dado dói, mas ainda magoa mais uma palavra pronunciada por alguém que não se esperava que pronunciasse aquelas palavras com arrogância. Naquela altura, as palavras proferidas não causa nenhum efeito na outra pessoa, mas depois daquela "discussãozinha", quando a poeira acenta, tudo fica mais claro e aí sim surge a mágoa, a raiva (sentimento parvo, que era excussado existir).
Secalhar, se aquelas palavras não tivessem sido produzidas com um tom de arrogância não doíam tanto, secalhar se não fossem proferidas ninguém se magoava com palavras "parvas", ditas num momento em que quem as disse e que quem as ouviu não se encontravam na sua melhor fase de vida nem no seu melhor estado emocional. Talvez aquele assunto devesse ter ficado para mais tarde, quando as coisas tivessem mais esclarecedoras.
Sendo assim:
"Uma palavra mal dada, dói mais que uma bofetada", ás vezes uma palavra vale mais que um acto.
Adriana (Drika)
Secalhar, se aquelas palavras não tivessem sido produzidas com um tom de arrogância não doíam tanto, secalhar se não fossem proferidas ninguém se magoava com palavras "parvas", ditas num momento em que quem as disse e que quem as ouviu não se encontravam na sua melhor fase de vida nem no seu melhor estado emocional. Talvez aquele assunto devesse ter ficado para mais tarde, quando as coisas tivessem mais esclarecedoras.
Sendo assim:
"Uma palavra mal dada, dói mais que uma bofetada", ás vezes uma palavra vale mais que um acto.
Adriana (Drika)
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